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Saúde

Saúde (511)

Já está em vigor a Resolução Normativa 478, publicada ontem (20) no Diário Oficial da União (DOU) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que inclui os testes rápidos de covid-19 na lista de coberturas obrigatórias para beneficiários de planos de saúde. A inclusão do exame para detecção de antígeno SARS-CoV-2 (coronavírus covid-19) foi aprovada em reunião extraordinária da diretoria colegiada da ANS.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), aprovou nesta quinta-feira (20), a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos - exceto em casos de menores imunossuprimidos (com baixa imunidade). A decisão foi tomada durante reunião extraordinária da diretoria colegiada.

Ipuaçu definiu e divulgou no dia de hoje (19) como será realizada a vacinação contra a covid-19 para as crianças. Neste primeiro momento, o público alvo serão as que possuem de cinco a 11 anos, que apresentem alguma comorbidade. Elas receberão o imunizante da Pfizer, segundo a secretaria de saúde.

Há um ano, em 18 de janeiro de 2021, o estado de Santa Catarina iniciava a maior Campanha de Vacinação da história, a da Covid-19. Naquela data, 144 mil doses da vacina Coronavac chegaram ao território catarinense e os três primeiros moradores de Santa Catarina foram vacinados com a primeira dose.

As primeiras vacinas contra a Covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos chegaram ao Brasil às 4h45 desta quinta-feira, dia 13. A remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

Do montante, Santa Catarina vai receber 38.280 doses (3,19%), segundo informou a Agência Brasil. A previsão é que o Brasil receba ainda em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa de hoje é a primeira de três que serão enviadas ao país.

Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.

Para ser vacinada, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.

Informações Oeste Mais Foto Alex Sandro/Tv Brasil

A província canadense de Quebec, a segunda mais populosa do país, planeja fazer com que adultos que se recusam a tomar vacina contra a covid-19 paguem uma "contribuição de saúde". A medida deverá estimular o debate sobre direitos individuais e responsabilidade.

O primeiro-ministro canadense, François Legault, disse, em entrevista nessa terça-feira (11), que a proposta, cujos detalhes ainda estão sendo definidos, não se aplicaria àqueles que não podem ser vacinados por razões médicas.

Pessoas não vacinadas prejudicam as demais, e o Ministério das Finanças da província está determinando quantia "significativa" que os moradores não vacinados seriam obrigados a pagar, disse Legault, acrescentando que o valor não seria inferior a 100 dólares canadenses (US$ 79,5).

Governos em todo o mundo têm estabelecido restrições de movimento aos não vacinados, mas um imposto abrangente sobre todos os adultos nessa condição pode ser medida rara e controversa.

Embora a cobrança possa ser justificada no contexto de emergência de saúde, sobreviver a provável contestação judicial dependerá dos detalhes, disse Carolyn Ells, professora de medicina e ciências da saúde da Universidade McGill.

Ela mnifestou surpresa com o fato de o governo dar um passo tão "dramático" agora, quando ainda restam opções para expandir a obrigatoriedade de vacinas.

Províncias do Canadá enfrentam aumento exponencial de casos de covid-19, que tem forçado dezenas de milhares de pessoas ao isolamento e sobrecarregado o sistema de saúde.

A variante Ômicron, altamente transmissível, dificultou contenção da disseminação, e especialistas em saúde alertam para a importância de se vacinar com duas ou três doses.

Informações Agência Brasil Foto Reeuters/Jakub Porzycki/ Direitos Reservados

O Governo do Estado relatou que há um total de 1.271.091 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus em Santa Catarina, sendo que 1.225.327 se recuperaram e 25.529 estão em acompanhamento. O balanço foi divulgado nesta terça-feira, 11. A Covid-19 causou 20.235 óbitos no estado desde o início da pandemia. A taxa de letalidade é de 1,59%.

Há 8 óbitos a mais em comparação com a última atualização diária. A quantidade de casos confirmados subiu 6.298 e outras 1.200 pessoas passaram a ser consideradas recuperadas, segundo estimativa do Governo do Estado. Registrou-se uma alta de 5.090 no número de casos ativos.

Estima-se que haja 23 municípios com o número de casos ativos zerado. A região com a maior quantidade de casos ativos hoje, proporcionalmente à população, é a Grande Florianópolis, que tem 598 para cada 100 mil habitantes. Na sequência, aparecem Carbonífera (564) e Extremo-Sul (534). As que menos têm são Alto Uruguai Catarinense (71), Alto Vale do Itajaí (114) e Planalto Norte (188).

A taxa de ocupação dos leitos de UTI Adulto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Santa Catarina é de 60,7%. Isso significa que, dos 1.174 leitos existentes no estado para adultos, 713 estão ocupados, sendo 143 por pacientes com confirmação ou suspeita de Covid-19.

Estima-se que haja 23 municípios com o número de casos ativos zerado. A região com a maior quantidade de casos ativos hoje, proporcionalmente à população, é a Grande Florianópolis, que tem 598 para cada 100 mil habitantes. Na sequência, aparecem Carbonífera (564) e Extremo-Sul (534). As que menos têm são Alto Uruguai Catarinense (71), Alto Vale do Itajaí (114) e Planalto Norte (188).

A taxa de ocupação dos leitos de UTI Adulto pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Santa Catarina é de 60,7%. Isso significa que, dos 1.174 leitos existentes no estado para adultos, 713 estão ocupados, sendo 143 por pacientes com confirmação ou suspeita de Covid-19.

Informações e Foto Secom

O presidente-executivo da Pfizer, Albert Bourla, disse nesta segunda-feira (10) que uma vacina contra a covid-19 redesenhada que visa especificamente a variante Ômicron do novo coronavírus provavelmente será necessária, e que o laboratório pode ter uma pronta para ser lançada até março.

Bourla afirmou que a Pfizer e a parceira BioNTech estão trabalhando em uma versão da vacina direcionada à Ômicron, bem como em uma vacina que incluiria tanto a vacina anterior quanto uma direcionada à variante de rápida disseminação.

“Acredito que é o cenário mais provável”, disse Bourla, na conferência anual de saúde do J.P. Morgan, realizada virtualmente este ano. "Estamos trabalhando em doses mais altas. Estamos trabalhando em cronogramas diferentes. Estamos fazendo muitas coisas agora enquanto falamos."

Bourla afirmou que a Pfizer pode estar pronta para solicitar aprovação regulatória dos Estados Unidos para uma vacina redesenhada e lançá-la em março. Segundo Bourla, a Pfizer construiu tanta capacidade de fabricação para a vacina que não será um problema trocá-la imediatamente.

A vacina contra a covid-19 eventualmente pode ser uma vacina anual para a maioria das pessoas, disse Bourla, e alguns grupos de alto risco podem receber as vacinas com mais frequência do que isso.

O presidente-executivo da Moderna, Stéphane Bancel, disse na semana passada que as pessoas podem precisar de outra dose no segundo semestre, já que a eficácia do reforço provavelmente diminuirá nos próximos meses.

Informações Agência Brasil Foto Reuters/Direitos Reservados

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (10) ter conseguido antecipar 600 mil doses da vacina pediátrica contra a covid-19, produzidas pela empresa Pfizer. Ao defender a forma como o governo tem conduzido o combate à pandemia, Queiroga disse que a fabricação ou a importação de doses de vacina só podem ser feitas após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso contrário, a situação configuraria crime sanitário, disse o ministro.

“Conseguimos antecipar com a Pfizer mais 600 mil doses da vacina pediátrica agora no mês de janeiro. Então serão 4,3 milhões de doses de vacina”, informou Queiroga nesta manhã ao passar pela portaria do ministério.

Segundo ele, o trâmite para aquisição e distribuição de vacinas no país é satisfatório, se comparado a outros países. “A indústria farmacêutica só pode deflagrar produção de doses após o aval da agência regulatória [Anvisa]. Então doses não aprovadas pela agência regulatória não podem adentrar no país, sob pena de caracterizar até mesmo crime sanitário”, argumentou o ministro.

Informações Agência Brasil Foto Paul Hennessy/SOPA Images/Sipa  USA

O Ministério da Saúde promove nesta terça-feira (4), a partir das 10h, uma audiência pública para discutir a vacinação contra a covid-19 de crianças com idade de 5 a 11 anos. O debate será na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em Brasília.

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